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Economia deteriorada do Brasil ajuda dólar a fechar no maior valor desde setembro.
Publicado em 06/11/2013
 
A dúvida dos investidores em relação a quando o Federal Reserve (banco central americano) começará a cortar seu estímulo à economia dos Estados Unidos voltou a derrubar as moedas dos emergentes em relação ao dólar nesta terça-feira (5).

O real, porém, registrou a maior desvalorização desse grupo em função do receio, especialmente de investidores estrangeiros, em relação à deteriorada situação econômica do país. Isso afasta investimentos externos e reduz a oferta de dólares no mercado, pressionando a cotação da moeda americana, segundo operadores.

O dólar à vista, referência no mercado financeiro, encerrou o dia com valorização de 1,70% em relação ao real, cotado em R$ 2,283 na venda. É o maior valor desde 11 de setembro deste ano, quando ficou em R$ 2,292. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, avançou 1,95%, a R$ 2,289 --maior preço desde 6 de setembro, quando estava em R$ 2,304.

Entre as 24 moedas emergentes mais negociadas, apenas cinco subiram em relação ao dólar: a de Hong Kong, a de Cingaupura, a da China, a da Tailândia e a da Coreia do Sul.

"Alta em torno de R$ 0,10 do dólar desde a segunda-feira passada [28] reflete um movimento especulativo em torno de um fato real, que é a questão da ameaça à liquidez com o corte nos estímulos dos EUA", diz Fernando Bergallo, gerente de câmbio da TOV Corretora.

No Brasil, o movimento de depreciação da moeda local, segundo operadores ouvidos pela Folha, é intensificado pela piora no cenário fiscal, depois que as contas do governo atingiram o maior deficit para setembro desde o Plano Real.

"O mercado já não olhava para o Brasil com bons olhos. As contas públicas estão deterioradas, a inflação segue elevada, o governo intervém em diversos setores e a economia cresce com dificuldade. Tudo isso não atrai investimentos estrangeiros e contribui para pressionar a cotação do dólar", avalia Bergallo.

Nos EUA, o banco central americano compra, desde 2009, US$ 85 bilhões por mês em títulos públicos para injetar dinheiro na economia e estimular uma retomada. A autoridade, no entanto, já anunciou seu desejo de interromper o programa até meados de 2014.

Como parte desses recursos migra para os emergentes na forma de investimentos, um corte no volume do estímulo é encarado com pessimismo entre os investidores, que preveem uma restrição na oferta da moeda americana nesses mercados, o que pressiona a cotação do dólar para cima.

"O mercado aproveita a tensão externa com os EUA para especular e testar um novo teto para a moeda americana", diz Marcos Trabbold, operador da B&T Corretora de Câmbio. "Por isso, a moeda pode continuar subindo um pouco nessa semana, mas não deve chegar aos níveis alarmantes que vimos em agosto, quando estava perto de R$ 2,50", acrescenta.

BANCO CENTRAL

Operadores acreditam que o Banco Central pode intensificar sua atuação no mercado de câmbio para conter o avanço do dólar. No entanto, ao menos por ora, o BC deve manter apenas seus leilões programados no mercado.

"O BC sempre pode intervir mais. Ele tem diversas formas de fazer isso. A questão é se ele pretende ou não, pois temos já um contraponto previsto que é a reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central]", diz Bergallo. "Nessa reunião, o BC deve subir a Selic [taxa básica de juros] a dois digítios, o que naturalmente atrairia mais estrangeiros para o país, aumentando a oferta de dólar", acrescenta.

A avaliação dos especialistas é de que o BC não deve atuar enquanto a moeda americana se mantiver em torno de R$ 2,30, pois esse valor tem pouca interferência sobre a inflação no país e ajuda as companhias exportadoras brasileiras a lucrar mais.

Mesmo assim, caso a alta do dólar se intensifique, uma alternativa seria a rolagem antecipada dos swaps com vencimento no dia 2 de dezembro.

Hoje de manhã, o BC realizou pela um leilão de swap cambial tradicional, que equivale à venda de dólares no mercado futuro. A operação estava prevista em seu plano de intervenções diárias no câmbio.

Foram vendidos 10 mil contratos de swap oferecidos pelo Banco Central em leilão realizado mais cedo, sendo 8,1 mil contratos com vencimento em 1º de abril de 2014 e 1,9 mil contratos com vencimento em 2 de junho de 2014, por um total de US$ 497,2 milhões.

BOLSA

Nos mercados de maior risco, como o de ações, o dia foi negativo. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, registrou queda de 1,11%, a 53.831 pontos, com investidores digerindo os números apresentados pelas empresas brasileiras na temporada de divulgação de resultados do terceiro trimestre.

As ações do frigorífico Marfrig lideraram as perdas do Ibovespa no dia, com queda de 6,67%, seguidas pela perda de 6,33% dos papéis da MMX, mineradora de Eike Batista.

Também no vermelho, a BR Properties teve desvalorização de 4,51% depois que a empresa divulgou um lucro líquido de R$ 89,55 milhões no terceiro trimestre, queda de 65% sobre o resultado positivo obtido um ano antes. Os papéis da Cielo, por sua vez, caíram 2,84%, mesmo após a companhia ter registrado lucro 17% maior no 3º trimestre em relação ao mesmo período de 2012.

Em sentido oposto, as ações da Light tiveram alta de 2,18% após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ter aprovado nesta terça-feira o aumento médio de 3,65% nas tarifas da distribuidora fluminense a partir do dia 7 de novembro. O reajuste chegou a impulsionar as ações da empresa para alta de mais de 4% pela manhã.

Fonte: Folha de São Paulo
 
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